terça-feira, 16 de junho de 2009
Faculdade ensina população a usar ervas para combater de piolho a câncer
Em 2007, o SUS adotou o uso de fitoterápicos. No mesmo ano, o projeto da faculdade saiu do papel.
“Como farmacêutico, eu faço esse papel de traduzir o conhecimento tradicional e o científico numa linguagem em que as pessoas possam entender e possam se sentir beneficiadas por esse conhecimento”, afirma o coordenador do projeto, Nilton Luz.
Esse conhecimento é dividido uma vez por mês. O que a funcionária pública Magnólia de Oliveira aprende no projeto, ela repassa a quem mais precisa. “Quando você vê que a dificuldade financeira das pessoas é muito grande, se sente muito bem levando esse conhecimento, essa oportunidade de a pessoa adquirir um medicamento que vai funcionar com o custo praticamente zero”, diz.
De piolho a câncer
Os alunos aprendem a usar ervas para combater de piolho a câncer. O trabalho científico derruba mitos. Suco de maracujá, por exemplo, não é calmante. O que acalma é o chá das folhas. Mas cuidado: não é porque um remédio é natural que não existem contra-indicações.
Nem sempre é possível misturar as plantas com medicamentos comuns. Gincobiloba com comprimido de AAS, por exemplo, pode provocar hemorragias. Erva de São Jorge, a verdadeira - que funciona como um antidepressivo natural - pode diminuir o efeito de remédios para hipertensão e até de anticoncepcionais.
Foi no curso, e não na faculdade, que Eliete Moura aprendeu isso. “Tenho o dever de esclarecer para a população que eles têm efeitos colaterais, sim”, ressalta. Uma dica importante é não usar mais de três ervas ao mesmo tempo, pois o risco de intoxicação é maior. As receitas são as mais variadas. No entanto, os pesquisadores alertam: crianças menores de três anos não devem tomar nenhum chá.
Fonte :G1
Remédios respondem por 30% de casos de intoxicação
Pesquisa realizada pelo Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra que os medicamentos são responsáveis por 30% das intoxicações ocorridas no País em 2007. Os números do Sinitox divulgados na semana passada apontam mais de 100 mil casos de intoxicação, com 479 mortes. Animais peçonhentos respondem por 20,1% das intoxicações e produtos de limpeza causam 11,4% dos casos, de acordo com informações da Fiocruz.
As crianças estão entre as principais vítimas das ocorrências de intoxicação, representando 25% do total de casos. De acordo com os dados da Fiocruz, as três maiores letalidades - proporção de óbitos em relação ao número de casos de intoxicação - foram registradas para os agrotóxicos de uso agrícola (165), drogas de abuso (64) e raticidas (47). A principal circunstância das intoxicações é o acidente, responsável por cerca de 55% do total de casos registrados.
Escorpiões respondem por quase 6 mil entre os 21 mil envenenamentos por animais peçonhentos registrados em 2007. Os dados do Sinitox alertam ainda que o sexo masculino apresenta o maior número de óbitos por acidente por agrotóxicos de uso agrícola com 112 registros, as drogas de abuso correspondem a 58, os raticidas a 26 e os medicamentos a 24. Para as mulheres, destacam-se os medicamentos com 53 óbitos, os agrotóxicos de uso agrícola com 50 e os raticidas com 20. O Sudeste registrou cerca de 46% dos casos de intoxicação, seguido pelo Sul, com 30%.
Fonte: UOL
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Pesquisadores da Mayo Clinic descobrem combinação de medicamentos para o tratamento de câncer de mama
E o diferencial é que as pacientes não perdem cabelos.
A combinação de dois medicamentos usados em quimioterapia (capecitabina e vinorebina) com trastuzumabe é uma nova opção pelo menos tão benéfica aos pacientes quanto as disponíveis, porém com um beneficio adicional: não causa perda de cabelos nas pacientes. Estes foram algumas das conclusões de estudo desenvolvido pela Mayo Clinic de Jacksonville, reportadas durante o 45º Encontro Anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO – American Society of Clinical Oncology), realizado em maio, em Orlando, Flórida.
Para conferir a matéria completa click no link abaixo:
http://www.revistafatorbrasil.com.br/ver_noticia.php?not=80760
terça-feira, 9 de junho de 2009
FARMACOPA
Esta acontecendo um grande evento esportivo na UFPI.
É a FARMACOPA, campeonato de futsal entre os discentes e docentes do Curso de Farmácia. De 06/06/2009 a 14/06/09. A primeira rodada ocorreu no ultimo final de semana, foram quatro (4) partidas para cada equipe.A data da semi-final e da final da FARMACOPA ainda será decidida.
Confira a pontuação e classificação geral:
| TIMES | PONTOS | SG |
| 1º CARTOLINAS | 12 | 11 |
| 2º CALOUROS | 7 | 0 |
| 3º INVISÍVEIS | 6 | 1 |
| 4º PIRATAS | 5 | -1 |
| 5º DOCENTES | 4 | -2 |
| 6º ETERNOS | 3 | -3 |
| 7º FARMACÊUTICOS | 3 | -6 |
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O destaque da FARMACOPA está sendo os “buchudos” dos Professores. É isso mesmo, você não leu errado, são os professores. Mesmo sem um preparo físico de atleta, estão na 5º colocação.
É bom os times que estão participando, tomarem cuidado com o time dos Calouros. Na grande partida, entre Calouros x Eternos, os bichos venceram o jogo por 3 x 2 ,sem jogadores reservas e com um (1) jogador a menos, ou seja, três na linha e um no gol.Detalhe: o time dos Eternos estava completo e com vários reservas. Mas, fica a pergunta: os jogadores do time dos Calouros são bons ou time dos Eternos é que muito ruim?
Para saber a resposta dessa pergunta, quem vai ser “o bola mucha e o bola cheia”, e quem vai ser o grande campeão da FARMACOPA, você está convidado a assistir os jogos que estão acontecendo no CCA (Centro de Ciências Agrárias). O ambiente é agradável, a quadra é coberta e está localizada ao lado do RU-III.
A próximo rodada acontecerá no dia 14/06/2009 (Domingo)- a partir das 14:00
Confira a tabela:
Calouros x Eternos
Piratas x Invisíveis
Cartolinas x Eternos
Docentes x Calouros
Formados x Piratas
Invisíveis x Cartolinas
Eternos x Docentes
Trabalhos da truma de Cosmético
Alunos do Curso de Farmácia da UFPI responsáveis pela reportagem: Flávio Felinto, Moisés Alves, Victor Hugo. Professora do Curso de Farmácia da UFPI responsável pela disciplina de cosméticos: Mônica Felts de La Roca Soares. Data de publicação: 05.06.2009.
http://pharmanews.vilabol.uol.com.br/_trabalho1.htm
Proteção Solar
Alunos do Curso de Farmácia da UFPI responsáveis pela reportagem: Hamilton Carvalho F. Júnior, Janyerson Dannys P. da Silva, Patrícia de Moura Lopes e Ramon Weyler Duarte Leopoldino. Professora do Curso de Farmácia da UFPI responsável pela disciplina de cosméticos: Mônica Felts de La Roca Soares. Data de publicação: 03.06.2009.
http://pharmanews.vilabol.uol.com.br/documento.html
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Mito ou verdade: remédio vencido fica sem efeito?

VERDADE. O medicamento vencido pode perder sua efetividade.
Raquel Rizzi, farmacêutica e presidente do Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CRF-SP), esclarece que, em ambos os casos, não há como garantir a eficácia dos medicamentos se eles forem armazenados no banheiro ou em locais próximos a janelas (com incidência de raios solares) ou úmidos.
Vale destacar que os medicamentos não devem ser deixados em cima de microondas, forno elétrico, geladeira e televisão. O melhor local para armazená-los são os locais secos, que não sofram grandes alterações de temperatura, longe dos raios solares e fora do alcance das crianças, como reitera a especialista.
Rizzi aproveita para fazer outras recomendações em relação ao cuidado com os medicamentos:
- evite deixar os remédios no carro, principalmente no porta-luvas ou dentro de bolsas em estacionamento aberto, expostos ao sol;
- não triture o medicamento para misturá-lo com os alimentos, o que pode gerar interações provocando diferença na atuação do medicamento;
- não abra as cápsulas para dissolver em água, pois isso pode alterar o efeito do medicamento;
- ao adquirir o medicamento, o usuário deve verificar o prazo de validade, que está impresso na caixinha. O medicamento deve ser válido, no mínimo, pelo período de tratamento.
Por Cristina Almeida
Especial para o UOL Ciência e Saúde
Luz do computador pode causar manchas na pele, diz pesquisa
A luz do computador ou de lâmpadas fluorescentes pode manchar a pele. Chamada luz visível, esse tipo de radiação, que também é emitida pelo sol, causa alterações no DNA da pele, assim como os raios ultravioletas (UVA e UVB). O assunto foi tema do último simpósio da sociedade brasileira de dermatologia.
Embora a exposição à luz visível de ambientes fechados seja muito menos prejudicial do que se expor à luz solar , oito horas de luz artificial equivalem a 1 minuto e 20 segundos de exposição solar em um dia claro de verão, os especialistas afirmam que pessoas que estão sob tratamentos de pele, ou quem têm doenças desencadeadas pelo sol (como o lúpus) devem se proteger contra a luz visível.
A maioria dos protetores solares no mercado protege apenas contra os raios ultravioletas. A luz visível só pode ser bloqueada com filtros solares físicos (bases, por exemplo).
quinta-feira, 4 de junho de 2009
DIA DE LUZ, DIA DE SOL
O sol é visto como fonte de vida e doador de energia. A energia emitida sob a forma de ondas eletromagnéticas, como a radiação ultravioleta, confere a luz solar atividades fundamentais, como a síntese da vitamina D, mas por outro lado pode ser nociva, chegando até matar células vivas. Tratando-se de proteção da pele é necessário conhecer as faixas de radiações ultravioletas que possuem relevância estética, sendo estas faixas a UVA e UVB.
· UVA: dependendo da espessura da pele podem atingir tecidos dérmicos (mais profundos), o que as torna perigosas. É uma das maiores responsáveis pelo envelhecimento cutâneo.
· UVB: possuem pequena penetração na pele, mas devido à sua alta energia, são os maiores responsáveis pelos danos imediatos da radiação solar e por boa parte dos danos tardios. Produz queimaduras, bolhas, provoca bronzeamento prolongado com vermelhidão e tem poder de causar câncer.
A proteção solar constitui uma importante medida para prevenir os danos causados por essas radiações. Os protetores são produtos que em sua formulação possui ingredientes que são capazes de proteger a pele do sol. Todos nós devemos usar protetor solar, independente da cor da pele e da idade, inclusive crianças e idosos. Além disso, deve-se evitar andar muito tempo ao sol e resguardar-se sob um guarda sol. Recomenda-se, sempre que possível, o uso de roupas soltas sob o sol. Cores escuras protegem mais que às claras, mas podem ser mais quentes, pois absorvem mais calor.
O fator de proteção solar, isto é o grau de proteção que sua pele vai precisar, está diretamente relacionado à cor da sua pele. De modo geral deve-se usar pelo menos 15, mesmo em pessoas mais morenas. O protetor deve ser usado em quantidade suficiente para deixar uma camada espessa e protetora, deve ser espalhado em todo o corpo, inclusive orelhas, pés e mãos cerca de 30 min antes da exposição ao sol e reaplicado a cada duas horas.
Alunos do Curso de Farmácia da UFPI responsáveis pela reportagem: Elaine Teixeira de Oliveira, Amanda Campos Fortes, Liviane Moreira C. Rodrigues e Lucas Maciel Mauriz Marques. Professora do Curso de Farmácia da UFPI responsável pela disciplina de cosméticos: Mônica Felts de La Roca Soares. .