terça-feira, 24 de março de 2009
Atenção alunos do 4º PERIODO
CCF
sexta-feira, 20 de março de 2009
Resultado do Processo Seletivo para Monitores
- Disc.: Contr. de Qualid. em Análises Clínicas e Toxilógica /Aluno: Márcia Luiza Durans Bastos (Renumerada) - Prof. Alex Ferreira Aragão
- Disc.:Farmacotécnica / Aluno: Alessian Peterson L. de Sousa ( Renumerda) - Prof. Monica Felts de La Roca
- Disc.: Legislação e Deontologia Farmacêutica / Aluno: Mayara Ladeira Coelho ( Não-Renumerada) Prof. Alex Ferreira Aragão
- Disc.: Cosmético / Alunos: Kayo Alves Figueiredo e Márcia Rocha de Freitas (Não-Renumerada) Prof. Monica Felts de La Roca
CCF - Alisson Oliveira
quarta-feira, 18 de março de 2009
Eleição para Coord. e Sub-Coord. do Curso de Farmácia
Acontecerá nesta quinta-feira, dia 19 de Março de 2009, a eleição para escolha do Coordenador e Sub-Coordenado do Curso de Farmácia da UFPI.
A votação ocorrerá na sala da Coordenação do Curso de Farmácia. Poderão votar Professores lotados no Departamento de Bioquímica e Farmacologia, Professores de outros Cursos que ministram disciplinas para o Curso de Farmácia, além dos Alunos do Curso devidamente matriculados no 1º período de 2009.
OBs: O eleitor deverá apresentar-se à mesa receptora de votos, portando documento, com fotografia, que o identifique.
CHAPA ÚNICA / CARGO LETIVO
Profº. Lívio Cesar Cunha Nunes Coordenador
Prof. Mônica Felts de La Roca Soares Sub-Coordenador
Exerça sua cidadania
Vote
DIA 19/MARÇO - 5a FEIRA
terça-feira, 17 de março de 2009
MS elabora Relação de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS
São 71 espécies com potencial terapêutico, para orientar a cadeira produtiva e o desenvolvimento de pesquisas Uma lista com 71 plantas de interesse do SUS está sendo divulgada pelo Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos do Ministério da Saúde. Dentre algumas espécies constam a Cynara scolymus (alcachofra), Schinus terebentthifolius (aroeira da praia) e a Uncaria tomentosa (unha-de-gato), usadas pela sabedoria popular e confirmadas cientificamente, para distúrbios de digestão, inflamação vaginal e dores articulares, respectivamente. A Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (Renisus) apresenta plantas medicinais que apresentam potencial para gerar produtos de interesse ao SUS. A finalidade da lista é orientar estudos e pesquisas que possam subsidiar a elaboração da relação de fitoterápicos disponíveis para uso da população, com segurança e eficácia para o tratamento de determinada doença. Atualmente, são oferecidos fitoterápicos derivados de espinheira santa, para gastrites e úlceras, e de guaco, para tosses e gripes. “Chegamos a 71 espécies depois de fazer um levantamento nos municípios que utilizavam fitoterápicos. Também priorizamos a inclusão de plantas nativas, que possam ser cultivadas em pelo menos uma das regiões do país e que possam atender às doenças mais comuns nos brasileiros”, explica o diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica, José Miguel do Nascimento Jr. De 2003 a 2006 o Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Ciência e Tecnologia financiou 74 projetos na área de Fitoterapia. Cerca de R$ 10 milhões foram destinados à pesquisas nessa área. Além disso, a Renisus vai subsidiar as ações dos outros ministérios participantes do Programa (Ministérios da Casa Civil; Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Cultura; Desenvolvimento Agrário; Desenvolvimento Social e Combate a Fome; Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior; Ciência e Tecnologia; Integração Nacional; e Meio Ambiente). A Renisus deverá ser revisada e atualizada periodicamente, a critério do Ministério da Saúde. FITOTERÁPICOS - O Sistema Único de Saúde (SUS) pretende ampliar, a partir de 2009, a lista de medicamentos fitoterápicos disponíveis na assistência farmacêutica básica em todo o país. O Ministério da Saúde também espera que com o Programa, os Estados possam se sentir estimulados a oferecer o serviço com esse tipo de medicamento – são 12 Estados ao todo que já oferecem. Fitoterápico, de acordo com a legislação sanitária brasileira, é o medicamento obtido exclusivamente a partir de matérias-primas ativas vegetais. Os fitoterápicos utilizados pelo SUS são aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e, por isso, são considerados seguros e eficazes para a população. De acordo com Nascimento, o programa tem um viés social, que mobiliza diversas áreas importantes, como a agricultura familiar, por exemplo. “É um instrumento de geração de emprego e renda, de desenvolvimento local e estruturação na cadeia produtiva, pois mobiliza desde o cultivo da planta medicinal até a produção do fitoterápico”. O Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, instituído em dezembro de 2008 pela Portaria nº 2.960, tem como um de seus objetivos inserir, com segurança, eficácia e qualidade, plantas medicinais, fitoterápicos e serviços relacionados à Fitoterapia no SUS. O Programa busca, também, promover e reconhecer as práticas populares e tradicionais de uso de plantas medicinais e remédios caseiros. Conheça as plantas medicinais que compõem a RENISUS:
Espécies vegetais:
1-Achillea millefolium 2-Allium sativum 3-Aloe spp* (A. vera ou A. barbadensis) 4-Alpinia spp* (A. zerumbet ou A. speciosa) 5- Anacardium occidentale 6- Ananas comosus 7- Apuleia ferrea = Caesalpinia ferrea * 8- Arrabidaea chica 9- Artemisia absinthium 10- Baccharis trimera 11- Bauhinia spp* (B. affinis, B. forficata ou B. variegata) 12 - Bidens pilosa 13- Calendula officinalis
14-Carapa guianensis 15-Casearia sylvestris 16-Chamomilla recutita = Matricaria chamomilla = Matricaria recutita
17-Chenopodium ambrosioides 18-Copaifera spp*
19-Cordia spp* (C. curassavica ou C. verbenacea)*
20-Costus spp* (C. scaber ou C. spicatus) 21-Croton spp (C. cajucara ou C. zehntneri)
22-Curcuma longa 23-Cynara scolymus 24-Dalbergia subcymosa
25-Eleutherine plicata 26-Equisetum arvense 27-Erythrina mulungu
28-Eucalyptus globulus 29-Eugenia uniflora ou Myrtus brasiliana* 30-Foeniculum vulgare
31-Glycine max 32-Harpagophytum procumbens 33-Jatropha gossypiifolia
34-Justicia pectoralis 35-Kalanchoe pinnata = Bryophyllum calycinum*
36-Lamium album 37-Lippia sidoides 38-Malva sylvestris
39-Maytenus spp* (M. aquifolium ou M. ilicifolia) 40-Mentha pulegium
41-Mentha spp* (M. crispa, M. piperita ou M. villosa) 42-Mikania spp* (M. glomerata ou M. laevigata)
43-Momordica charantia 44-Morus sp* 45-Ocimum gratissimum
46-Orbignya speciosa 47-Passiflora spp* (P. alata, P. edulis ou P. incarnata)
48-Persea spp* (P. gratissima ou P. americana) 49-Petroselinum sativum
50-Phyllanthus spp* (P. amarus, P.niruri, P. tenellus e P. urinaria)
51-Plantago major 52-Plectranthus barbatus = Coleus barbatus
53-Polygonum spp* (P. acre ou P. hydropiperoides) 54-Portulaca pilosa
55-Psidium guajava 56-Punica granatum 57-Rhamnus purshiana
58-Ruta graveolens 59-Salix alba 60-Schinus terebinthifolius = Schinus aroeira
61-Solanum paniculatum 62-Solidago microglossa 63-Stryphnodendron adstringens = Stryphnodendron barbatimam 64-Syzygium spp* (S. jambolanum ou S. cumini)
65-Tabebuia avellanedeae 66-Tagetes minuta 67-Trifolium pratense
68-Uncaria tomentosa 69-Vernonia condensata 70-Vernonia spp* (V. ruficoma ou V. polyanthes) 71-Zingiber officinale
* definir a(s) espécie(s) com cultivo, estudos e indicação de uso
FONTE: MINISTÉRIO DA SAÚDE
sábado, 14 de março de 2009
Brasil entra na guerra mundial das patentes de medicamentos
Nessa disputa colocam-se de lados opostos entidades como o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) - que defendeu em audiência pública, o patenteamento das formas polimórficas - e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), contrária ao assunto. Desde 2001, a agência participa do processo de aprovação da patente, após o encerramento do exame técnico do pedido, concedendo ou não a chamada anuência prévia. Ou seja, sem a aprovação do órgão sanitário o pedido de patente não pode ser outorgado pelo INPI.
Para o presidente executivo da Interfarma (entidade ligada às indústrias inovadoras), Gabriel Tannus, há uma "demonização" das patentes, como se fosse uma coisa ruim. "A patente não é um mal, é a solução, porque ela garante o retorno do investimento em pesquisa."
De acordo com a doutora em química orgânica e pesquisadora, Luciana Jansen, não considerar os polimorfos é um erro. "O carbono é um só, mas o carbono no grafite é de um jeito e no diamante é outro e os usos também." Além disso, segundo ela, há uma confusão entre o pedido de patente e as questões técnicas de química e os reflexos para a saúde do paciente. Isso porque , para se pedir uma patente, é preciso que se atenda três requisitos técnicos básicos: ser inventivo, ter aplicação industrial e ser uma novidade. Para Luciana, ao pegar uma substância existente, modificar sua forma, de maneira que mude sua ação, e desenvolver um medicamento diferente é uma inovação. "Um exemplo dessa evolução são os medicamentos que ganharam versões de liberação gradativa", diz.
A discussão ganhou apoio do deputado Paulo Teixeira (PT), que defende mudança na atual legislação por meio de um projeto de lei que restringe a patenteabilidade do segundo uso e de polimorfos.
"Impedir patente de polimorfos é matar também a indústria nacional, porque tira a possibilidade dos laboratórios que fazem cópias de fazer uma modificação polimórfica e explorar essa inovação", diz presidente do Conselho Consultivo da Interfarma, Jorge Raimundo.
A afirmação é rebatida pelo presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genéricos), Odnir Finotti, que diz ser um erro conceder uma nova patente a um produto que será indicado para a mesma doença. "A inovação é pequena e eles ganham uma exclusividade por mais 20 anos." Além disso, falar que as empresas brasileiras se beneficiariam, também não é bem verdade, segundo Finotti. "Isso porque no Brasil não há indústria de química fina. Não fazemos a matéria-prima." Segundo ele, só quem detém o conhecimento da rota de síntese pode mudá-la, que são os próprios criadores ou os fabricantes de matéria-prima. Mas, apesar de tudo, Finotti diz que a indústria de genéricos não é contra patentes. "Os genéricos só podem existir se houver inovação, por isso respeitamos esse prazo, o que não justifica procurar brechas para ampliá-lo", acrescenta.
De acordo com o agente de propriedade industrial do escritório Daniel Advogados (especializado em propriedade intelectual) , Igor Simões, o País precisa definir o papel de cada autarquia, para que não haja duas entidades decidindo sobre a mesma coisa. "Se não houver um acordo, a discussão deve ir para a Justiça, onde são feitas as perícias." Para evitar isso, Simões adverte que pedidos devem sempre estar bem redigidos e conter os pontos essenciais para concessão de patente.
O que o Brasil vive é só uma amostra do que já acontece no exterior, onde está sendo travada uma batalha para se estender a patente do Lipitor, da Pfizer, o medicamento para o colesterol que sozinho fatura US$ 12 bilhões em todo o mundo. O grande problema é que a indústria farmacêutica hoje vive um drama ao perder patentes mais rápido do que consegue repor, em função do maior rigor das regras para aprovação de novas moléculas.
Fonte: Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 12
ALISSON OLIVEIRA - CCF
quinta-feira, 12 de março de 2009
Farmacêutico pode trabalhar da drogaria à indústria
Profissão está em expansão por causa das diferentes áreas de atuação. Na universidade, aluno terá contato com disciplinas como cálculos, física e química. 
Segundo o Conselho Federal de Farmácia (CFF), o fato de o país estar envelhecendo interfere radicalmente na profissão do farmacêutico, pois a pessoa idosa geralmente tem mais de uma patologia (como diabetes, hipertensão, problemas cardiovasculares) e quando procura uma farmácia precisa receber a orientação adequada. Para isso, aponta o CFF, é necessário que o profissional tenha um conhecimento imenso em patologias e farmacologia, disciplinas que ele verá na faculdade.
- Indústrias e/ou empresas que atuam no ramo farmacêutico - na função de dispensação, manipulação e/ou produção de formas farmacêuticas , garantia da qualidade, controle de qualidade , Serviço de Atendimento ao Cliente(SAC), farmacovigilância, registro de produtos, pesquisa e desenvolvimento, propaganda médica e marketing farmacêutico.
- Indústrias e/ou empresas de alimentos, cosméticos, químicos.
- Laboratórios de análises clínicas, análises bioquímicas, parasitológicas, microbiológica.
- (Farmacêutica Trabalhando com manipulação)
- Medicina Legal - em exames toxicológicos e perícias.
- Saúde Pública - no controle de medicamentos, controle de fármacos e de alimentos.
- Instituições científicas de pesquisa e ensino.
- Assessoria e responsabilidade técnica em farmácias, laboratórios , depósitos e distribuidores de produtos farmacêuticos.
O Farmacêutico (Bioquímico e Industrial) 
- Faz a manipulação dos insumos farmacêuticos, como medição, pesagem e mistura, utilizando instrumentos especiais e fórmulas químicas, para atender a produção de remédios, produtos higiênicos, cosméticos, vacinas, soros e outros;
(Nutrição Parenteral)
- Atua na industrialização de alimentos (exames químicos e microbiológicos) testando e controlando sua qualidade nutritiva;
- Realiza testes laboratoriais (sangue, urina, fezes, saliva e outros) para o diagnóstico de doenças. (Análises Clínicas);
- Faz exames em substâncias humanas, animais e vegetais, alimentos ou em ambientes, para detectar a contaminação por agentes tóxicos como drogas, medicamentos ou substâncias químicas em geral. (Análises Toxicológicas);
- Controla remédios entorpecentes e produtos equiparados, anotando sua venda em mapas, guias e livros, para atender os dispositivos legais;
- Faz a manipulação de receitas determinadas por médicos, veterinários ou dentistas;
- Pesquisa Clínica;
- Industria de extrator e tinturas de plantas medicinais;
A área de atuação dos farmacêuticos ampliou. Agora os profissionais também poderão atuar em terminais aquaviários, portos organizados, aeroportos, postos de fronteiras e recintos alfandegados que armazenem produtos sujeitos a controle sanitário. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União, Seção 1, de 16 de dezembro de 2008, página 49.
O Curso de Farmácia da Universidade Federal do Piauí enfoca em todas essas áreas.
Fontes: CRF/PI-RJ-SP-MG-DF, Globo.com ,Portal Farmácia e Farmacêutico on-line.
Alisson Oliveira - CCF
quinta-feira, 5 de março de 2009
O Curso de Farmácia da UFPI caminha cada vez mais para excelência
Atenção - Confirmação de Matricula
CCF
quarta-feira, 4 de março de 2009
UFPI futuramente poderá ter curso de pós-graduação em Ciências Farmacêutica em nível de mestrado
Atenção - Matrícula Currícular 2009.1
CCF
